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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Christ...mas?


Empacotar os conceitos do cristianismo em uma caixa de consumismo
é algo que deveria ser enterrado,
mas que a cada dia ganha mais força.
Embrulharam a cruz,
e Jesus está à venda na boca de pastores,
padres e gurus que rogam pragas a quem não adorar o Senhor.

Ivan Bueno do blog http://eng-ivanbueno.blogspot.com.br/


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Isto é PRESENTE? → "X-MA$.sacres"


Isto é presente?

De massacre em massacre, e não só nos Estados Unidos,
mas uma coisa já “internacionalizada” desde muitos milênios atrás,
a maldade e o desequilíbrio esteve sempre presente na história da humanidade
e se faz sempre presente.
Nesta semana mais um massacre nos Estados Unidos,
mas e os massacres “invisíveis” da ditadura do consumo, do comportamento,
da política que nos assolam a todo momento?
E chega o natal
e todo mundo fica meio que instantaneamente “incorporado” pelo espírito natalino,
cristão, o que for, às vezes de forma absolutamente hipócrita.
Quem sofre carência de roupas e cobertores e até brinquedos,
não têm essas carências só no natal, mas sempre.
De que adianta, efetivamente, esses movimentos sazonais natalinos?
Não resolvem, abrandam temporariamente.
Passado o natal vamos continuar tendo medo do pivete no semáforo,
seja para pedir ajuda ou seja para assaltar.
Na dúvida, passamos. 
Acabamos adotando também uma atitude defensiva, até compreensível.
E o que está por trás dessas diferenças sociais e culturais?
Eu acho que especialmente é educação, conscientização em massa, permanente.
Mas há quem ache que não podemos criticar os políticos,
enquanto somos uma sociedade que joga papel no chão,
suborna policiais,
fura fila,
fura sinal vermelho,
estaciona em vagas proibidas etc.
Será que não podemos fazer as duas coisas?
Desejo ver as coisas melhorando e ver menos maniqueísmo nas atitudes e nos pensamentos.
Menos guerrinhas partidárias, menos guerras religiosas,
menos atitudes filantrópicas sazonais em contraponto às atitudes diárias, 
que quase ignoram os semelhantes... São semelhantes?
Falo de forma geral.
Queria árvores mais naturais, menos triangulares,
e que o número de cruzes por mortes injustificáveis fossem substituídos 
por rosas e tudo plantado na mesma terra.
Terra cultivada, as árvores frutíferas crescem sadias,
crescem naturalmente e todos podem ir à praça,
sem que a praça seja o quintal privilegiado e restrito de ninguém.
É... meio utópico?
Pode ser, mas em muitos países a violência já é algo bem mais controlado.
Por que não aqui e ali?
Por que não
eu,
tu,
ele e ela,
nós,
vós,
eles e elas 
pensando no futuro de nossos filhos e netos?

Ivan Bueno

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Ultimamente...


É porque tá, mais pra urubu
do que pra colibri
e tá mais pra verde
do que pra maduro,
o SOL escuro, vou fug...ir daqui...


(Fernando Ribeiro - Arnaldo Sisson)